terça-feira, 7 de abril de 2015

Chega de saudações!

Não consegui; colocar à, sublime, ponta da língua, para dizer, ou à ponta dos dedos para escrever, tudo o que queria que ele soubesse.
Tentei. Comecei. Questionei a possibilidade de o questionar. Quando me foi cedido esse tempo.... Fiquei dispersa de tudo o que era força para expulsar todo este sentimento que me intitula de louca.
As vezes que já sonhei com ele. As vezes que o imaginei a tomar um café comigo. E a mostrar-me toda aquela simplicidade, tudo menos vulgar, de que é detentor.
Então hoje comecei, mas não concluí. Porra!
Devia ter fugido a sete mil milhões de pés. Facilitava um pouco o sistema. Porque agora, agora quer-me parecer assustador de tão descontrole que deixa em mim.
Só me apetece dizer-lhe se não se importa que faça uma proposta: chega de saudações!
Quero sentir-lhe os braços. Quero mostrar-lhe o por do sol da minha janela. Quero demovê-lo dele próprio. Quero acreditar que não estou louca. Só. Isto não é insano. É surpreendente. E tem pressa. Pressa em resolver-se. E em resolver-me. E em resolvê-lo. Que coisa imprudente. Que desejo incontrolável. Que.... Que chegue de saudações. Por favor!



Sem comentários:

Enviar um comentário