Pensando nisso. Explorando isso. Brincando com isso. A coisa começa a prevalecer... E vai prevalecendo, de forma muito subtil, algo muito sublime, apraz-me dizer, algo muito tenso.
Quando cair em si e perceber que isto é uma mera, absoluta, invulgar, consciente e estupidez que a devastará tanto ou mais que outras vai querer desaparecer do mapa.
É burocraticamente (in)correto (pelos vistos) esta (in)sensatez, esta (in)sanidade, esta tudo...
Malvado este desejo. Que a deixa fora de si. Que vontade devassável. Que extrema necessidade de o arruinar. No melhor sentido que algum dia esse verbo poderá ter. Que necessidade da provocação. Essa sim, louca, insana, sem limites, sem interrogações, sem filtros, sem parêntesis.
Hoje está sujeita a sentir tudo isto elevado a um expoente bem maior que nulo.
Foi capaz de se controlar, e não pediu para lhe trazerem um chocolate. Mal ela sabe o erro que acabara de cometer... E os deliciosos suspiros que perderá. Por isso. Por essa tentação.
Acorda, miúda! Mesmo que já seja tarde demais.
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