sábado, 11 de abril de 2015

Caos.

Dás-me vontade de ti. 
Dás-me vontade de um beijo entre o suspiro e o sorriso. De uma mordidela no lábio, o mais provocante que conseguir. Dás-me vontade de ti, dás-me vontade de mim, dás-me vontade. Só. Continuo a querer-te, às escondidas. A pensar em como seria o teu paladar, o teu toque e o teu murmúrio no meu ouvido. Sim, provavelmente seria o casos. Mas um muito subtil caos. Um caos que me devolveria o chão. Um caos que formei com o que quis. 
Queria, neste momento, que te desprendesses. Que me desprendesses. E que caíssemos os dois, um no outro. E então eu poderia dizer que realmente tudo tem os seus quês, que tudo tem um motivo, e que muita coisa se provoca. Nesse dia chegava de saudações, e tudo acabaria um caos.

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